Mundo ficciónIniciar sesión• LOURENZO •
Aceitar aquele café foi como assinar um armistício comigo mesmo. Sentei-me no sofá de tecido macio, sentindo o calor da lareira a expulsar o resto do frio de Sintra que ainda me gelava os ossos. O Joaquim e a Maria movimentavam-se pela sala com uma harmonia que me fascinava, não havia ordens, não havia empregados, apenas o som das chávenas de porcelana a tocar nos pires e o aroma doce das queijadas acabadinhas de sair do forno.Lya sentou-se num cadeirão lateral, mante






