Capítulo 36

​• LOURENZO •

​Aceitar aquele café foi como assinar um armistício comigo mesmo. Sentei-me no sofá de tecido macio, sentindo o calor da lareira a expulsar o resto do frio de Sintra que ainda me gelava os ossos. O Joaquim e a Maria movimentavam-se pela sala com uma harmonia que me fascinava, não havia ordens, não havia empregados, apenas o som das chávenas de porcelana a tocar nos pires e o aroma doce das queijadas acabadinhas de sair do forno.

​Lya sentou-se num cadeirão lateral, mante
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