Mundo de ficçãoIniciar sessãoA manhã de quinta-feira trazia consigo aquele cansaço típico de quem já investiu demasiada energia mental nos dias anteriores. O ritual do comboio para Lisboa já começava a parecer automático, mas a cada quilómetro que o metal percorria sobre os carris, a minha armadura de “frieza profissional” parecia ficar mais pesada.
Entrar na Villar Studio já não era uma novidade assustadora, mas a sensação de ser observada nunca desaparecia. Eu trabalhava intensamente, mergulhada em paletas de cores






