Capítulo 128

​A manhã de sábado nasceu com um céu límpido, tingido de um azul que prometia um dia frio, mas luminoso. O cheiro a café acabado de fazer e a torradas com manteiga inundava a cozinha do apartamento, um perfume que se tinha tornado o meu novo sinónimo de paz.

​O Lourenzo estava encostado à bancada com uma expressão muito mais relaxada do que a que trouxera de Lisboa. Eu estava sentada à mesa, com o telemóvel na mão e um sorriso que não conseguia conter. Sentia a Aurora mexer-se suavemente,
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