Mundo ficciónIniciar sesiónA manhã de sábado nasceu com um céu límpido, tingido de um azul que prometia um dia frio, mas luminoso. O cheiro a café acabado de fazer e a torradas com manteiga inundava a cozinha do apartamento, um perfume que se tinha tornado o meu novo sinónimo de paz.
O Lourenzo estava encostado à bancada com uma expressão muito mais relaxada do que a que trouxera de Lisboa. Eu estava sentada à mesa, com o telemóvel na mão e um sorriso que não conseguia conter. Sentia a Aurora mexer-se suavemente,






