Se alguém me dissesse, há alguns meses, que eu estaria sentada em uma cadeira reta, com um livro equilibrado na cabeça, tentando andar em linha reta sem derrubar aquilo enquanto uma mulher elegantíssima observava cada um dos meus movimentos com olhar clínico teria rido.
Mas ali estava eu.
Pagando cada um dos meus pecados.
A campainha tocou exatamente às dez em ponto e, só por isso, já percebi que a tal senhorita Beatrice Duval não era uma mulher qualquer. Pessoas normais atrasam. Pessoas comuns