Após o café constrangedor, chamei Enzo para irmos embora. Ele se despediu de Rafael com a animação de sempre, como se nada tivesse acontecido, como se o clima estranho estivesse apenas na minha cabeça, o que, de certa forma, não deixava de ser verdade. João Paulo deixou Enzo na escola primeiro e, durante o trajeto, ele foi falando sem parar, contando mais uma vez detalhes do dia anterior, como se cada repetição tornasse a experiência ainda mais especial.
Sorri, ouvindo com atenção, respondendo