As outras meninas foram chegando aos poucos e, para a nossa irritação, Priscila apareceu logo em seguida, como se tivesse um radar para detectar qualquer momento de paz no ambiente. Assim que entrou, lançou aquele olhar crítico de sempre, passando por cada uma de nós como se estivesse avaliando nosso desempenho mesmo antes de abrir a boca.
— Vamos trabalhar, né? — disse, com aquele tom que já me tirava do sério automaticamente.
Respirei fundo, controlando a vontade de responder.
Porque nós já e