A distância entre nós mudou. As regras, não.
Meus joelhos tocaram o chão.
A madeira era fria, um choque agudo atravessando o tecido fino do vestido. Eu podia senti-lo agora, lã rica, pele limpa, algo exclusivamente masculino que fez meu estômago se contrair.
Ele abriu o zíper da calça.
O som foi áspero. Íntimo.
Eu não devia olhar. Olhei.
Ele estava duro.
Espesso, ruborizado, rígido contra o tecido caro da calça.
Ele não foi gentil. Não foi amável.
Ele estava no controle.
— Abra a boca.