A recepção do consultório era silenciosa e clara, com tons neutros e um aroma sutil de lavanda no ar. Isadora manteve as mãos unidas sobre o colo enquanto olhava para a porta de madeira branca diante de si. Ao seu lado, Lorenzo estava sentado em silêncio, mas inquieto. A perna balançava levemente, e seus olhos alternavam entre o rosto dela e o relógio de parede.
— Vai dar tudo certo, coelhinha. — ele disse, baixinho, tocando a mão dela com os dedos quentes — Eu vou estar aqui.
Isadora assentiu,