A noite havia caído e o apartamento estava em silêncio, exceto pelo doce barulho da respiração de Ane.
Depois de brincarmos um pouco, contei uma história sobre princesas corajosas e finalmente a coloquei para dormir, ficando mais um pouco para velar seu sono.
Respirei fundo e saí na ponta do pé para não a acordar, indo até a sacada da varanda para tomar um ar. Por mais que tenha sido uma decisão minha retornar a cidade, confesso que, era difícil sentir o ar me sufocando todas as noites, pela