Naquela manhã, acordei sentindo o calor do corpo de Augusto contra o meu. Sua respiração lenta e compassada batia contra meu pescoço, enquanto seu braço forte ainda me envolvia possessivamente, como se tivesse medo de me deixar escapar.
Sorri de leve, sentindo o coração aquecer com a cena. Por tanto tempo resistimos, brigamos, nos afastamos… e agora, estávamos ali, juntos novamente.
Me mexi devagar, mas antes que pudesse sair da cama, senti Augusto me puxar de volta, seu rosto se enterrando n