Henry Carter
Assim que saímos do restaurante, o ar da noite nos envolveu com um frio suave. Mantive a mão dela na minha enquanto caminhávamos até o carro. Não por exibição.
Por necessidade.
Eu estava perigosamente consciente do calor da pele dela entre meus dedos.
E de modo algum queria me afastar.
Abri a porta para que ela entrasse primeiro, e dando a volta no carro, tomei meu lugar e quando fechei a minha porta e liguei o motor, ainda havia aquele silêncio confortável entre nós.
Denso. Vivo.