155. Feijãozinho

Lúcia Mendes

Nate trouxe a mão até os cachos dela e os afagou de leve. O olhar dele tinha calma e susto, uma mistura que eu reconhecia no espelho quando me pegava olhando para a tela do ultrassom que ainda parecia um sonho. Havia pouco, o quarto era barulho, correria, medo. Agora, por um momento, a paz tinha pousado ali, fina como papel de seda, mas real.

“Como ele vai caber aí?” Eliza perguntou, muito séria, apontando a minha barriga ainda quase inexistente.

“Ele já está cabendo,” respondi, divertida. “Vai crescendo devagarinho, como quando você planta um feijão no algodão e todo dia aparece um pedacinho a mais.”

Ela arregalou o

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