O domingo amanheceu com um céu de azul suave, e Clara aproveitou para se espreguiçar longamente na cama. Não havia despertador apitando, nem compromissos urgentes. Somente a quietude acolhedora da manhã e o som distante de um cachorro latindo na rua. Ela respirou fundo, sentindo o aroma do café recém-passado vindo da cozinha do vizinho.
Decidiu levantar-se devagar, ainda com os pensamentos voltados para a noite anterior. Enquanto preparava seu próprio café — uma mistura forte, com um toque de