— Eu não vou ficar aqui, Victor! Nem pense nisso! — minha voz ecoou firme pelas paredes acústicas da sala de operações subterrânea.
Victor parou no meio do caminho, com a mão no trinco da porta blindada. Ele se virou devagar, os olhos de mel faiscando uma mistura perigosa de exaustão, raiva e proteção extrema.
— Isadora, você quase perdeu a vida há duas semanas. Está grávida, debilitada e o seu lugar é em segurança nesta casa — ele rebateu, a voz grave cortando o ar como uma ordem indiscutível.