CAPÍTULO 132

O silêncio que se instalou no armazém era cortante, quase palpável.

A minha frente, Victor continuava estático. A arma em sua mão vacilava, descendo lentamente alguns centímetros enquanto seu olhar vagava, em choque absoluto, entre o rosto cínico de Gregório e a figura elegante e inabalável da própria mãe. O homem que eu conhecera como uma rocha indestrutível — o magnata que erguera um império e enfrentara mercenários sem piscar — parecia agora um garoto vulnerável, despedaçado por dentro. A tr
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