Eu corri.
Corri como se minha vida dependesse disso.
Porque diabos, talvez dependesse.
O beco era escuro, cheirava a mijo e lixo. Meus saltos – eu estava usando saltos, por que diabos eu estava usando saltos? – batiam no asfalto molhado. A bolsa batia no meu quadril. A respiração ardia na minha garganta.
Não olhei para trás.
Ele disse para não olhar.
Mas quando cheguei no final do beco – uma grade enferrujada que dava para outra rua deserta – eu olhei.
Theo não estava atrás de mim.
O beco estav