O som estridente do alarme de emergência retumbava pelos corredores da ala VIP como uma sirene de naufrágio. Corri como se o próprio chão estivesse ruindo sob os meus pés, com o peito queimando e as mãos trêmulas batendo contra as portas até alcançar o quarto de Victor.
A cena lá dentro era o meu pior pesadelo materializado.
O quarto, antes silencioso, transformara-se em um caos controlado de jalecos brancos, ordens gritadas e o bipe contínuo e plano do monitor cardíaco — uma linha verde reta q