202. Segundos de Puro Terror
A lua já está alta no céu, mas continuamos na cama dele, onde passamos o dia inteiro alternando entre conversas, comidas e… outras atividades.
— Mais rápido — sussurro no ouvido dele, cravando as unhas em seus ombros.
— Não — Lorenzo murmura contra meu pescoço, as mãos firmes na minha cintura. — Assim está perfeito.
Estamos completamente perdidos um no outro quando algum celular toca na mesa de cabeceira.
Ignoramos na primeira vez, mas ele insiste, tocando de novo.
— Deixa tocar — ele murmura,