137. Hora de Cumprir Minha Palavra
Isabella levanta os olhos quando Ettore se aproxima, e vejo as lágrimas escorrendo pelo rosto dela.
Por alguns segundos, fico paralisada olhando para ela. O corte no lábio parece profundo, e a marca vermelha no rosto tem formato de dedos.
— Meu pai — sussurra, num tom embargado. — Foi meu pai.
— Meu Deus — murmuro, me aproximando também.
— Desculpa por estar aqui. Sei que deveria ter ligado, mas… não tinha para onde ir — ela diz rapidamente, limpando as lágrimas. — Adeline me deixou entrar