103. Onde Tudo Começou
Acordo com a sensação de alguém acariciando meus cabelos.
— Piccola — a voz de Ettore sussurra no meu ouvido. — Acorda.
Abro os olhos devagar, ainda meio perdida. O quarto está escuro, com apenas uma fresta de luz do corredor entrando pela porta entreaberta.
— Ettore? — murmuro, sonolenta. — O que…?
— Bom dia, piccola — ele sussurra, beijando minha testa. — Preciso que você se arrume.
— Agora? — pergunto, piscando para tentar despertar. — Que horas são?
— Cinco e meia.
— Cinco e meia? —