- Onde está Sirena? – Perguntei.
- Debaixo da casa.
Senti meu coração acelerar a uma ânsia me consumir.
- Debaixo da casa? Vocês... Brigaram? Você... A... – Eu diria “matou”, mas a palavra se recusou a sair da minha boca.
- A echarpe está debaixo da casa.
- Que echarpe?
- Tem uma madeira do assoalho solto. Não erga ela, Sirena.
- Mãe... Nós duas brigamos? Eu sou Sirena... E... Bati em você? Tentei me defender? Para onde eu disse que iria quando parti?
- Taj Mahal.
- Taj Mahal! – Repeti, lembran