Depois de almoçar e organizar a última tarefa com Maria, decidi dar uma volta rápida pelo quintal e pelo portão. Foi então que algo chamou minha atenção: um pequeno papel preso discretamente no cantinho do portão.
Como morava em uma mansão, cartas não eram algo comum — e certamente não dessa forma. Peguei o papel, examinando com cuidado, mas não havia assinatura, nada que me dissesse de quem poderia ser. Só restava o conteúdo da mensagem, que, para minha surpresa, continha uma ameaça anônima.