O ambiente do cativeiro era úmido, frio, iluminado apenas por uma lâmpada fraca que pendia do teto. O cheiro de ferrugem e poeira impregnava o ar. Cristina estava exausta, o ombro latejava com a dor do tiro, mas seu olhar ainda era firme, mesmo diante do terror. Mariana, ao lado dela, mantinha-se em silêncio, mas as lágrimas escorriam pelo rosto.
Foi então que, em meio às sombras, uma figura feminina se aproximou. Ela retirou a máscara devagar, exibindo um sorriso de vitória.
Cristina arregalou