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Meu.
As paredes espelhadas do Estúdio 4 pareciam mil olhos, refletindo cada respiração irregular e o rubor que se espalhava pela minha pele. Nikolai não se movia mais com a graça de um dançarino; movia-se com a intenção pesada e firme de um homem que havia trocado o palco pelo poder dos bastidores.
Suas mãos eram um contraste gritante — calejadas por anos agarrando barras e parceiros, agora me agarrando. Ele me manteve presa à barra de mogno, a madeira cravando na minha lombar enquanto ele s