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Elara.
Os portões de ferro da propriedade Thorne pareciam selar um túmulo. A viagem de volta da cidade tinha sido silenciosa, o ar no carro denso com o cheiro metálico da adrenalina de Silas e o aroma desvanecendo da adega.
Ele não me tocava desde que saímos do restaurante, mas sua presença era um peso físico contra mim, um calor territorial que me impedia de respirar direito.
Ao entrarmos no hall de entrada, a casa pareceu diferente — mais vazia. Os funcionários já haviam sido dispensados,