O homem sentou-se, e o ar à nossa mesa ficou pesado, carregado de um passado podre e de um perigo presente. Seus olhos não se desviavam dos meus, mas eu notava os microgestos: a maneira como os dedos dele batiam levemente no tampo da mesa, a tensão na mandíbula. Ele estava nervoso. Mas não era o nervosismo de um predador. Era o de um homem que carregava uma granada com o pino solto e não sabia onde colocá-la.
Eva, abençoada seja sua inocência, mal notou a nova presença. Sua comida chegou – panq