O tempo parou. A palavra "jantar" ainda ecoava no ar noturno, carregada de possibilidades perigosas, quando a janela do banco de trás desceu com um zumbido suave.
O rosto de Eva apareceu, iluminado pela luz interna do carro, um sorriso aberto e radiante estampado nele.
— Vamos, Elara! Não quero me atrasar!
O choque me atravessou como um choque de gelo. Eva. Ela estava ali. No carro. Isso não era um encontro a sós. Era… trabalho. Era meu emprego, meu contrato, minha realidade. Um alívio agudo e