O corredor do hospital está silencioso quando paramos em frente ao quarto do meu pai.
A carta de Elizabeth ainda está no bolso de Dante. Ele a guardou ali, perto do coração, como se pudesse proteger as palavras dela do mundo. Eu não li. Não precisei. Ele me contou tudo que eu realmente precisava saber.
"Ela me amava, Elara. No final, ela me amava." Ele disse.
As palavras ainda ecoam na minha cabeça. E com elas, uma paz que não sentia há meses. Talvez há anos.
Elizabeth não era uma vilã. Não era