CAPÍTULO 29
POV — Apolo Bianchi
O grito ecoou pela mansão.
Apolo largou os papéis e desceu as escadas quase correndo, algo raro para um alfa que sempre controlou cada passo. O ar da casa estava pesado, carregado de feromônios desregulados.
Raiva. Dor. Confusão.
— Marino! — chamou ao entrar na sala.
Encontrou o filho de pé, peito subindo e descendo rápido demais, olhos cinzentos escurecidos, o cheiro de uísque misturado ao de sangue recente.
— O que está acontecendo? — exigiu.