As lágrimas voltaram a cair. Ela olhou para si mesma no espelho, os olhos vermelhos, o rosto machucado, a alma em frangalhos.
— “Prometo te amar…” — murmurou, a voz embargada.
— Mais alto.
— Prometo te amar… na saúde e na doença.
— Continua.
— Prometo estar ao seu lado… em todos os dias difíceis.
— E?
— Prometo respeitar…
— Obedecer — corrigiu Brian, aproximando a boca do ouvido dela. — Diga.
— Prometo obedecer… suas decisões.
— Isso. Agora diga que pertence a mim.
— Eu…
Ele apertou seus ombros