Meus dedos percorriam a pele da barriga redonda sem pausa já fazia uns vinte minutos.
Se eu dissesse que cansava de fazer aquilo era uma grande mentira.
Sentir os chutes era delicioso, melhor ainda quando eu cantava alguma música e sentia seus pezinhos forçando o tecido, como se quisesse logo pular para fora daquele cantinho de amor.
Ainda era cedo.
Faltava cerca de três meses para o bonitinho enfim dar as caras e mostrar se era parecido com a mamãe, ou se puxou os traços do papai.
— Desse