— O que faz aqui, Capitão? — perguntou assim que parou em minha frente com as mãos na cintura.
Óbvio que sabia o que eu estava fazendo ali.
Se eu conseguisse ficar uma noite sequer sem ter ela, não estaria na porta de sua casa, mas como só pensar na possibilidade já era horrível, tinha que me dirigir ao seu encontro todo santo dia.
Tirei o capacete e revelei minha satisfação em vê-la, linda e molhada sob a chuva, o que logo seria, linda e molhada sob mim.
— Na sua ou na minha?
Terena arqueou a