A noite caía espessa como tinta sobre a floresta.
Selena caminhava em silêncio, o coração batendo em um ritmo que não era só dela.
A cada passo, sentia o peso do que estava fazendo. Não um fardo… mas a gravidade de quem cruza um limite sem volta.
O castelo surgiu entre as árvores como uma lembrança antiga.
Imponente. Acolhedor. Imóvel.
Como se tivesse esperado por ela por séculos.
Ela parou diante dos portões. O vento soprou com força, como se testasse sua firmeza.
E ela não recuou.
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