Valentina a observou ir embora como se estivesse vendo partir, junto com aquela silhueta, o último vestígio de ingenuidade que ainda pudesse ter restado nela. Não chamou. Não implorou. Não havia mais o que chamar de volta. A mulher que ela acolhera nunca existira.
Enzo acompanhou a saída de Paola com um sorriso satisfeito antes de voltar os olhos para Valentina.
— Você é tão manipulável que chega a ser ofensivo — disse, aproximando-se alguns passos. — Eu quase senti pena vendo você se esforçar