O comboio de Rafael parou antes mesmo do portão terminar de abrir.
Ele desceu.
O galpão estava ali — igual às imagens. Concreto gasto. Ferro oxidado. Um lugar feito para apagar pessoas.
Entrou.
O cheiro veio primeiro.
Sangue velho.
Pólvora.
Algo queimado do lado.
Rafael não diminuiu o passo.
O primeiro corpo estava caído próximo à parede lateral.
Depois outro.
E mais outro.
Homens espalhados pelo chão como peças descartadas. Máscaras ainda no rosto. Armas largadas onde caíram. Nenhum sinal de f