O salão Yamamoto não era grandioso por excesso.
Era imponente por escolha.
Linhas limpas, madeira escura, arranjos discretos de flores brancas e luzes estrategicamente posicionadas para valorizar rostos — não para ofuscar. Ali, tudo falava de poder sem precisar elevar a voz.
O senhor Yamamoto já estava presente.
Impecável no terno sob medida, postura ereta, expressão serena de quem sabia exatamente o peso do que estava prestes a acontecer. Circulava entre empresários convidados, cumprimentando