Valentina acordou antes de abrir os olhos.
O primeiro sinal foi o peso quente ao seu lado.
O segundo, o braço firme atravessado sobre sua cintura, puxando-a para trás como se, mesmo dormindo, alguém tivesse decidido que ela não iria a lugar nenhum.
Ela franziu o cenho devagar.
— Claro… — murmurou, ainda com os olhos fechados. — Óbvio que aconteceu de novo.
Tentou se mexer um pouco, apenas para confirmar a teoria. O movimento foi mínimo, mas suficiente para sentir o corpo reclamar — aquela mistu