Por mais que a raiva queimasse dentro de mim só de ver aquele desgraçado tão perto, a vontade de expulsá-lo do meu resort era quase incontrolável. Mas eu respirei fundo, engoli o orgulho e me contive. A presença dele me incomodava de um jeito que eu não conseguia explicar, como se cada movimento, cada sorriso fingido, cada palavra dele fosse um soco no estômago. Só de olhar para a cara dele, eu sentia um gosto amargo subir pela garganta. Logo meu irmão me chamou, e sem pensar duas vezes, decidi