Capítulo 74 – Algum tempo depois.
Um ano se passou, e a dor que eu carregava pela perda de Afonso começou a desaparecer lentamente, uma peça de cada vez. Aquelas cicatrizes ainda estavam lá, mas, aos poucos, o peso delas se tornava mais leve. O tempo, como sempre, tinha um jeito peculiar de curar, embora eu soubesse que não esqueceria nunca. O luto havia sido longo e tumultuado, mas a vida seguia seu curso, implacável e cheia de novas possibilidades.
A morte de Gerônimo, com sua surpresa amarga, foi o que realmente fez as coisa