O sol ainda nem havia se erguido completamente sobre Montserra quando Isabela acordou com o som insistente da campainha.
Olhou no relógio. Seis e meia da manhã. Quem, em sã consciência, aparecia naquela hora?
Ela apertou os olhos, ajeitando o roupão sobre o corpo, e caminhou até a janela. Viu, do alto, um carro esportivo preto estacionado bem na frente da mansão. O coração dela parou por um segundo.
— Não pode ser... — sussurrou, sentindo um frio na espinha.
A campainha tocou novamente, dessa v