Sou o mar.
Sou o mesmo que tocou os pés de Larissa quando ela chegou à Grécia pela primeira vez, com o coração dividido entre o dever e o sonho.
Sou o mesmo que refletiu os olhos de Nikolaus Andreadis, quando ele, arrogante e ferido, aprendeu que o amor não é uma transação, mas uma entrega.
Eu vi quando os dois se odiaram, se desafiaram, se perderam — e se encontraram.
Vi o contrato virar promessa.
O medo virar ternura.
E o orgulho se dissolver nas ondas que nunca cessam.
Eles me deram três fil