O silêncio do quarto era quase opressor. Elise estava deitada na cama, olhando para o teto ornamentado, mas sua mente estava a mil. Apesar das exaustivas ordens de segurança dadas pelos médicos reais, sua mente se recusou a descansar. O que havia acontecido no jardim não parava de se repetir como um looping em sua cabeça.
Ela sentiu, mais do que viu, aquela força que havia emergido de dentro dela. Não era apenas instinto de sobrevivência. Era algo maior, mais poderoso. Algo que, obviamente, ela