Assim que o cofre se abriu, meu coração disparou. Não sabia o que esperar, mas quando meus olhos pousaram no que estava lá dentro, fiquei sem palavras.
Um urso de pelúcia.
Meus dedos tremeram ao pegá-lo. Era o meu urso. Aquele que eu amava quando era criança e que, de repente, desapareceu no dia em que fui visitar meu avô no hospital.
Eu tinha cinco anos naquela época. Agora, com vinte e cinco, segurá-lo novamente fez com que uma onda de melancolia me atingisse em cheio.
Como algo tão pequeno p