Nathaniel
Sua boceta era mais viciante que qualquer droga no mundo, ela era doce, tão doce quanto mel. Seus gemidos soavam igual a melodia mais pecaminosa já feita em toda a existência.
A noite estava silenciosa, já não haviam mais tanta gente como antes, naquele momento deitados no banco de trás do carro, chupando sua boceta igual um louco viciado, éramos somente nós. Ela abafava seus gemidos com a mão livre enquanto a outra pressionava minha cabeça em sua entrada.
O espaço apertado, a ten