Nathaniel
Merda! Merda! Merda!
O som seco do meu punho contra a parede ecoa pelo quarto estéril do hospital. Meus dedos latejam, mas nem a dor consegue diminuir a angústia que está me consumindo.
Como é que ninguém viu ela sair? Alexa estava aqui, deitada nesta cama, o soro ainda pela metade, pálida, frágil. E agora simplesmente sumiu. É como se tivesse evaporado, e ninguém, absolutamente ninguém, sabe de nada.
Meu coração bate tão forte que parece querer romper minhas costelas. Sinto que alg