CAPÍTULO BÔNUS - VLAD
Perdi a conta de quantas vezes, naquela manhã, eu respirei fundo tentando não mandar alguém à merda.
O braço esquerdo pendia preso à tipoia, latejando num ritmo próprio, como se quisesse me lembrar — o tempo todo — de que eu não estava no controle de absolutamente nada. Nem do meu corpo. Nem da minha vida pessoal. E, pelo visto, nem da minha própria empresa.
***
Assim que atravessei a porta de vidro do último andar, soube que algo estava errado.
O ar parecia mais dens