O elevador desceu em silêncio. O único som era o zumbido baixo do mecanismo e a respiração contida dentro daquele espaço estreito. Daniel estava ao meu lado, ainda segurando minha mala como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Marco e Massimo ocupavam o fundo, silenciosos como sempre.
Quando as portas se abriram no térreo, o ar da noite entrou frio, tingido de maresia. Os carros continuavam onde os havíamos deixado, motores ligados, faróis baixos. Daniel abriu a porta traseira do Bent