— Nada ela dá de ombros e entra no escritório sem pedir licença, os olhos curiosos passeando por tudo. Estou entediada.
— Entediada? Repito, sem esconder a incredulidade. E o que exatamente você espera que eu faça a respeito disso?
— Quer jogar alguma coisa? Ela pergunta, animada.
Eu a encaro por alguns segundos, tentando entender se ela está falando sério.
— Eu tenho que cuidar da sua irmã.
— Ela está dormindo responde, como se fosse óbvio. A gente pode jogar jogo da velha. Ou forca.
Fico e