O sino da igreja soava preguiçoso ao longe quando Taylor empurrou a porta da venda principal. O som metálico ecoou pelo espaço, misturando-se ao burburinho da cidade, às risadas das mulheres no balcão e ao tilintar das xícaras de café. Assim que ele e Maurício atravessaram o batente, as conversas diminuíram, e dezenas de olhares se voltaram para eles com sorrisos sinceros, era como se o ar do lugar mudasse quando os dois apareciam.
— Olha só quem resolveu dar as caras! — exclamou o senhor Arnal