O sol já subia preguiçoso no céu quando a caminhonete preta de Taylor cortou a estrada de terra batida que levava até a pequena cidade. A poeira avermelhada subia atrás do veículo como uma nuvem viva, dançando ao sabor do vento. O motor ronronava firme, e o cheiro de gasolina misturado ao da terra seca e ao perfume distante das flores silvestres criava aquele aroma típico do interior, mistura de liberdade, trabalho e história.
No banco do passageiro, Maurício observava o caminho pela janela abe